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  • State of the Art – Showreel
    19/03/24

    State of the Art – Showreel

    State of the Art – Showreel

     

    State of the Art é uma agência premiada de ativação de marketing cultural. Com mais de 15 anos de experiência na produção de projetos de comunicação impactantes, os nossos eventos incluem desde instalações de arte interativas até exposições impressionantes, espetáculos de teatro, concertos musicais ou competições de arte e design. Na State of the Art mediamos parcerias de elevada qualidade entre o setor privado, público, cultural e criativo, criando projetos únicos, de valor acrescentado, para os nossos clientes.

     

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    “PORTUGAL POP” VISÃO (2018)
    14/12/23

    “PORTUGAL POP” VISÃO (2018)

    PORTUGAL POP

     

    A State of the Art desafiou a artista plástica Rueffa, embaixadora da exposição “Roy Lichtenstein e a Pop Art”, a encerrar esta com um Live Painting em homenagem ao artista americano.

    Durante algumas horas e no centro da praça principal do Colombo, a artista Rueffa completou um quadro ao vivo, através de material de esferovite e acrílico, acompanhada pelo DJ John Holmes.

    Em parceria com a VISÃO, foram organizadas três conversas com convidados reconhecidos a nível nacional de diferentes áreas e experiências distintas.

    A primeira talk, “Pim, Pam, Pop: O que Mexe com as Pessoas?” juntou o cantor José Cid e a escritora Margarida Rebelo Pinto, e foi moderada pela apresentadora Ana Rita Clara.

    A blogger Pipoca Mais Doce e o facebooker Miguel Somsen discutiram o tema “Digipop: nos Tempos da Popularidade Instantânea”, com a moderação da diretora da VISÃO, Mafalda Anjos.

    No terceiro painel, a discussão foi centralizada nas “Causas Pop: como usar a popularidade para mudar mentalidades?”, com a jornalista Rita Ferro Rodrigues e o locutor e apresentador Rui Maria Pêgo.

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    CASCAISHOPPING MUSIC FEST 2021
    30/11/21

    CASCAISHOPPING MUSIC FEST 2021

    CASCAISHOPPING MUSIC FEST 2021

     

    De 15 de outubro a 5 de novembro 2021, o Cascais Kitchen recebeu, pela segunda vez, o CascaiShopping Music Fest, um ciclo de concertos intimistas com nomes reconhecidos do panorama musical português.

     

     

    Depois de uma primeira edição de sucesso em 2019, a State of the Art desafiou Luís Represas, Tiago Nacarato, Irma e Carolina Deslandes para subirem ao palco do Cascais Kitchen, o mercado gastronómico do centro comercial, com o objetivo de proporcionar finais de tarde descontraídos e inesquecíveis aos visitantes.

     

     

    A programação de concertos arrancou no dia 15 de outubro com a atuação do emblemático cantor e compositor Luís Represas. No dia 22 de outubro, foi a vez do cantautor portuense com raízes brasileiras Tiago Nacarato subir ao palco e, na sexta-feira seguinte, dia 29, Irma trouxe temas do seu álbum de estreia “Primavera”.

    O ciclo de concertos terminou no dia 5 de novembro com Carolina Deslandes, uma das maiores artistas da atualidade, enchendo o Cascais Kitchen de boa música e energia!

    “A segunda edição do CascaiShopping Music Fest, que acontece no ano em que o Centro celebra 30 anos, simboliza o regresso aos momentos de convívio e descontração entre amigos e família, ao mesmo tempo que apoia um dos setores mais afetados pela pandemia. É mais um passo do CascaiShopping na promoção da cultura”, referiu Carla Bonito, diretora do CascaiShopping.

    Fotografias © State of the Art

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    EXPOSIÇÃO “100 ANOS NADIR AFONSO”
    18/11/21

    EXPOSIÇÃO “100 ANOS NADIR AFONSO”

    EXPOSIÇÃO “100 ANOS NADIR AFONSO”

    A 11ª edição de “A Arte Chegou ao Colombo” concebida e produzida pela State of the Art para o Centro Colombo, foi marcada pela exposição “100 Anos Nadir Afonso”, uma retrospetiva da obra de Nadir Afonso (1920-2013), um dos artistas portugueses mais reconhecidos a nível nacional. Com a curadoria de Laura Afonso, Presidente da Fundação Nadir Afonso e viúva do artista, a exposição apresentou trabalhos datados entre 1947 e 2010.

    Numa ambiciosa instalação com sete salas, que ocupou quase a totalidade da Praça Central, os visitantes do Centro Colombo tiveram acesso a 43 obras originais do artista, incluindo 14 guaches expostos pela primeira vez, num museu temporário criado exclusivamente para celebrar o centenário de Nadir Afonso.

    A exposição seguiu o percurso da obra pioneira de pintura e arquitetura de Nadir Afonso, apresentando pinturas e guaches das várias fases do artista ao longo da sua vida, divididas por ordem cronológica, como é o caso de “Composição Geométrica” (1947), “Serpente” (1953-2004), “Catedrais” (1960), “Rossio” (1968), “Damasco” (1996), “Doges” (2006) e “A Cidade Incerta” (2010).

    Houve, também, um espaço exclusivamente dedicado aos esboços de arquitetura do artista, assim como a maqueta do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, em Chaves, projetado pelo arquiteto Álvaro Siza Vieira.

     

    A exposição “100 Anos Nadir Afonso” contou, ainda, com uma experiência multimédia mostrando o movimento da sua arte e transportando os visitantes numa viagem única. Numa experiência artística verdadeiramente imersiva e interativa, cinco obras do artista foram interpretadas e animadas em 3D, recorrendo a tecnologias de videomapping num jogo de luz em consonância com a música e ambiente.

     

    O museu temporário foi projetado pelo Diogo Aguiar Studio e foi a maior estrutura expositiva jamais criada na praça central no âmbito da iniciativa “A Arte Chegou ao Colombo”. Inspirado na série “Cidades” de Nadir Afonso, o projeto foi formalizado como uma cidade geométrica e abstrata, construída por cubos de grandes dimensões, que se relacionam com as enormes obras artísticas. Se, durante o dia, a intensidade solar deu corpo e volume à cidade, iluminando ruas e praças; à noite, os edifícios acenderam as suas luzes desde o interior (volumes retroiluminados), proporcionando uma experiência espacial totalmente distinta num mesmo espaço museológico.

    Fotografias © Ivo Tavares Studio

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    “HALF PYRAMID” DE CYRIL LANCELIN
    18/11/21

    “HALF PYRAMID” DE CYRIL LANCELIN

    “HALF PYRAMID” DE CYRIL LANCELIN

     

    As esculturas “Blue Pyramid” e “Silver Pyramid”, criadas pelo artista Cyril Lancelin para o Freeport Lisboa Fashion Outlet, fazem parte da série de obras “Half Pyramid” e são compostas por centenas de esferas espelhadas, constituindo a primeira instalação de arte do artista francês em Portugal.

    Com curadoria da State of the Art, Cyril Lancelin desenvolveu esta instalação site specific para o Freeport Lisboa Fashion Outlet, onde a pirâmide azul e a pirâmide prateada convidam o público para uma experiência imersiva baseada em reflexos e ilusões.

    Entre a poesia e a geometria, as esferas parecem escapar do solo, elevando-se como a água de uma fonte para o céu ensolarado da região. É um géiser metálico no qual o visitante poderá perder-se, tanto nos reflexos do céu, como também na sua própria imagem.

    Estas obras de arte levam-nos para um espetro de luz. A cor das esculturas varia ao longo do dia, assumindo, à noite o tom das noites lisboetas.

    A escultura é baseada em duas formas geométricas primitivas, a esfera e a pirâmide, reunindo duas formas com ângulos completamente diferentes. As esferas são a matéria-prima, que é refletida e envolvente.

    A pirâmide organiza a peça, incluindo a progressão desde a parte exterior até ao centro. Uma escultura que também se baseia no conceito de “meio”, dado ser uma imersão num só volume, feito de metades, sólidos e vazios.

    É também uma instalação, onde o público se torna ator e faz parte da obra. Pelos seus reflexos, a ilusão invade a obra de arte, a imagem de cada visitante encontra-se em dezenas de esferas.

    Quando o visitante entra na obra, o seu corpo desaparece na escultura, como quem mergulha no oceano.

    O artista explora o layout de formas simples em instalações imersivas, remetendo-nos a um habitat imaginário composto por formas geométricas comuns, mas montadas de forma a fazer-nos perder a orientação. A obra é um apelo à exploração num espaço de ensaios e encantamentos.

    ”Half Pyramid” convida-nos numa viagem de emoções e de renascimento.

    half pyramid

    Fotografias © Legacy Landmarks

     

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    “MEMÓRIAS DO MAR” DE CRISTINA RODRIGUES
    18/11/21

    “MEMÓRIAS DO MAR” DE CRISTINA RODRIGUES

    “MEMÓRIAS DO MAR” DE CRISTINA RODRIGUES

     

    “Memórias do Mar” é uma obra de arte contemporânea da artista plástica Cristina Rodrigues com a curadoria e produção executiva da State of the Art.

    Este conjunto de instalações de arte foi criado especificamente para o Vila do Conde Porto Fashion Outlet, com o objetivo de proporcionar aos visitantes uma experiência diferenciadora e homenagear o concelho e as suas atividades marítimas.

    A obra de arte contemporânea encontra-se em exposição permanente desde 22 de abril de 2021.

    A obra de arte contemporânea “Memórias do Mar” reúne três instalações: “Estaleiro”, “Sob o Mar” e “Medusas”, totalizando 43 esculturas de inspiração em elementos de cultura popular como o Mar, os Estaleiros Navais e a Pesca. Vila do Conde, um concelho que cresceu voltado para o mar e para as atividades marítimas, foi um dos mais importantes estaleiros navais portugueses.

    Esta relação local com o mar é comum à extensa zona costeira de Portugal e contribui para que o mar seja uma recorrente presença no imaginário dos portugueses.

     

     

    Nas obras, as luzes LED simbolizam a bioluminescência de alguns dos seres vivos marinhos, as medusas e os peixes representam os seres extraordinários que habitam o mar e os barcos figuram a Humanidade à descoberta do infindável universo de uma das suas musas milenares – o mar.

    As três instalações de arte contemporânea intituladas “Estaleiro”, “Sob o Mar” e “Medusas” espelham, não apenas, uma visão poética da forte relação que mantemos com o mar, mas também o respeito que Cristina Rodrigues tem pela vida e integridade dos elementos marinhos.

     

     

    Uma das imagens mais reconhecidas de Cristina Rodrigues é a utilização de fitas de cetim na produção das suas pinturas, esculturas e instalações têxteis.

    As fitas de cetim utilizadas pela artista são 100% poliéster, produzidas inteiramente a partir de fibras recicladas.

    No total, as três instalações de arte são constituídas por mais de 100 000 metros de fitas de cetim, produzidas inteiramente a partir de fibras recicladas, 500 metros de fitas LED e têm aproximadamente 676 000 pontos criados.

    Fotografias © Gui Morelli

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    PRÉMIO A ARTE CHEGOU AO COLOMBO
    18/11/21

    PRÉMIO A ARTE CHEGOU AO COLOMBO

    arte

    PRÉMIO A ARTE CHEGOU AO COLOMBO

     

    Em 2020, o programa “A Arte Chegou ao Colombo” comemorou os seus 10 anos de existência e, a pensar no futuro, foi lançado o “Prémio A Arte Chegou ao Colombo”, para apoio a artistas em início de carreira.

    Devido à pandemia Covid-19 que o mundo atravessa, pretendeu-se dar início a um novo ciclo, através da criação de um projeto de apoio ao setor artístico em Portugal, mediante a criação de um Prémio de Arte, dando assim um novo impulso à criação de arte contemporânea e um sinal positivo à sociedade numa fase de grande incerteza económica.

    O “Prémio A Arte Chegou ao Colombo” é um prémio de aquisição, promovido pelo Centro Colombo e co-organizado pela State of the Art. O desafio principal da edição de 2020 foi incentivar os artistas participantes a criar uma obra de arte sob a temática “O impacto da pandemia Covid-19”.

    exposição de arte
    arte premiada

    Naquela que foi a 1ª edição do “Prémio A Arte Chegou ao Colombo”, foram rececionadas 315 candidaturas. Após a aprovação da candidatura e posterior avaliação técnica, realizada pelos organizadores, o Júri, composto por representantes da Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva, da Fundação D. Luís I, do Museu Coleção Berardo, do Museu Nacional de Arte Antiga, do Museu Nacional de Arte Contemporânea e, ainda, por um representante da Sonae Sierra, selecionou 10 trabalhos, tendo, posteriormente, sido realizada uma Exposição de Finalistas no Museu Coleção Berardo.

    O vencedor desta primeira edição foi o Atelier Contencioso, com a instalação de arte ‘Sopro’, tendo recebido um prémio monetário de €20.000.

    produção cultural

    Fotografia © Rita Carmo / Museu Coleção Berardo

     

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    MUNDUS IMAGINALIS BY ERROR-43 (2020)
    17/09/20

    MUNDUS IMAGINALIS BY ERROR-43 (2020)

    10 anos de “A Arte Chegou ao Colombo”

    A 10ª edição de “A Arte Chegou ao Colombo” apresentou um formato inovador ajustado à realidade provocada pela pandemia e com uma nova abordagem de apoio a artistas emergentes. Neste novo contexto, a tradicional exposição no Centro Colombo deu lugar a uma programação especial dividida em dois grandes momentos, em comemoração do presente e do futuro.

    Em celebração do presente e sem perder de vista as vivências do passado, “A Arte Chegou ao Colombo” exibiu a instalação de arte aérea “Mundus Imaginalis”, dos Error-43. A pensar no futuro, foi lançado o “Prémio A Arte Chegou ao Colombo”, para apoio a artistas em início de carreira.

    Fotografias © Gui Morelli

    MUNDUS IMAGINALIS BY ERROR-43

    “Mundus Imaginalis” foi concebido no contexto da pandemia covid-19, que obrigou toda a humanidade a um confinamento social sem precedentes. A peça expressiva, que apelou aos sentidos e à reflexão, assumindo-se como a celebração da vida em comunidade, sem envolver contato físico entre os visitantes.

    A instalação de arte aérea “Mundus Imaginalis” apresentou-se como uma bola de espelhos que celebrou o fim do confinamento, dos momentos que vivemos no multiverso das nossas realidades, repartidas entre as nossas casas, pensamentos e sonhos, que não tivemos oportunidade de partilhar na presença física de outros humanos. A peça de arte representou o sítio onde essas realidades se juntaram de novo.

    Instalação de arte aérea

    A instalação de arte consistiu numa semiesfera tão leve e em constante deformação, um espetro de formas e luz, sempre em movimento, um ser flutuante, que se fez acompanhar do relaxante som que o material produzia ao mover-se. Para controlar, em parte, a fluidez do ar, estiveram instaladas ventoinhas que se ativam e desativam consoante um programa pré-definido, contando com as cores vívidas e padrões conceptuais nos ecrãs led instalados na cúpula e a particular refração produzida pelo material para gerar os mais diversos efeitos na Praça Central do Centro Colombo.

    Obra interativa com visitantes

    Os visitantes puderam ver a sua imagem refletida e confundida quer com o meio ambiente, quer com a imagem dos restantes visitantes, criando um efeito ilusório, como um sonho em movimento, onde foi possível celebrar, mais uma vez, a vida em comunidade.

    Uma forma geométrica semiesférica invertida, com 29 metros de diâmetro, projetada a partir de 10 pétalas, em paralelismo à comemoração dos 10 anos do projeto “A Arte Chegou ao Colombo”.

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    “Keith Haring. Entre a arte, o ativismo e a moda” (2019)
    27/08/20

    “Keith Haring. Entre a arte, o ativismo e a moda” (2019)

    Keith Haring. Entre a Arte, o Ativismo e a Moda

    15 anos após a 1ª exposição de Keith Haring em Portugal, a State of the Art trouxe a obra do artista e ativista americano de volta, para uma exposição individual, denominada “Keith Haring. Entre a arte, o ativismo e a moda”, que decorreu no CascaiShopping entre 10 de setembro e 10 de novembro 2019. A exposição contou com 17 obras originais da fase mais criativa de uma das mais emblemáticas figuras do cenário artístico de Nova Iorque, dos anos 80, bem como criações de estilistas, inspiradas no trabalho de Haring, e ainda uma réplica do emblemático casaco usado por Madonna na festa de anos de Haring, na Paradise Garage, a 16 de maio de 1984 onde cantou “Dress you up”.

    A inauguração ficou marcada pela live body painting performance com a modelo Sharam Diniz e a ilustradora Susana de Oliveira, numa homenagem à performance que Keith Haring realizou com a supermodelo e cantora Grace Jones em Nova Iorque, em 1987. A performance foi acompanhada pelo bailarino Lukanu Mpasy, igualmente coberto em padrões inspirados na arte de Keith Haring.

    No âmbito de uma parceria com a CP – Comboios de Portugal e a Infraestruturas de Portugal, a exposição saiu para a rua e levou a arte de Keith Haring para a estação de Cascais, sendo esta transformada numa galeria de arte com os símbolos icónicos de Haring, adaptados por Susana de Oliveira. Foi, ainda, realizado pelo artista Akacorleone, o revestimento de um comboio da linha de Cascais com o legado do artista americano.

    Para comemorar os 30 Anos da Fundação Keith Haring em 2019, cujos principais objetivos são a luta contra o VIH e SIDA, foram desenvolvidas um conjunto de ações de sensibilização e prevenção em parceria com a ACES Cascais, a Câmara Municipal de Cascais, o CascaiShopping, o Hospital de Cascais, a ModaLisboa e a SER+ (Associação Portuguesa para a Prevenção e Desafio à Sida).

    Astrid Sauer

    Sendo a moda uma das temáticas desta exposição, o embaixador e porta-voz convidado pela State of the Art foi Dino Alves, um dos maiores designers de moda a nível nacional.

    O projeto de arquitetura, do espaço expositivo, foi levado a cabo pelo Diogo Aguiar Studio, baseou-se num sistema expositivo que se materializava a partir dos elementos de expressão artística de Haring: a linha, a cor e o figurativo.

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    “CascaiShopping Music Fest” (2019)
    26/08/20

    “CascaiShopping Music Fest” (2019)

    CascaiShopping Music Fest

    A State of the Art desafiou alguns dos artistas mais reconhecidos do panorama contemporâneo a realizarem concertos intimistas no Cascais Kitchen, do CascaiShopping. O fado de Cuca Roseta, o fado / jazz / canções de Júlio Resende, o indie português de Márcia e o jazz de Elisa Rodrigues encheram os recantos do Cascais Kitchen, o mercado gastronómico de um dos mais emblemáticos shoppings portugueses, com um programa musical pautado pela excelência. O evento CascaiShopping Music Fest, desenvolvido pela State of the Art, teve um só principal intuito: dar oportunidade às pessoas de se colocarem num descontraído momento musical, ao final das tardes das sextas-feiras, no arranque do verão de 2019.

    A abertura do CascaiShopping Music Fest foi feita pelos acordes do músico, pianista e compositor português Júlio Resende. Mais tarde, subiu ao palco um dos talentos maiores da composição em língua portuguesa, a Márcia.

    Foi no CascaiShopping Music Fest que Elisa Rodrigues cantou o seu mais recente disco, «Blue As Red». Para terminar, a voz de uma das mais reconhecidas e aplaudidas vozes do Fado da atualidade, Cuca Roseta.

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