EXPOSIÇÃO “100 ANOS NADIR AFONSO”
18/11/21

EXPOSIÇÃO “100 ANOS NADIR AFONSO”

EXPOSIÇÃO “100 ANOS NADIR AFONSO”

A 11ª edição de “A Arte Chegou ao Colombo” concebida e produzida pela State of the Art para o Centro Colombo, foi marcada pela exposição “100 Anos Nadir Afonso”, uma retrospetiva da obra de Nadir Afonso (1920-2013), um dos artistas portugueses mais reconhecidos a nível nacional. Com a curadoria de Laura Afonso, Presidente da Fundação Nadir Afonso e viúva do artista, a exposição apresentou trabalhos datados entre 1947 e 2010.

Numa ambiciosa instalação com sete salas, que ocupou quase a totalidade da Praça Central, os visitantes do Centro Colombo tiveram acesso a 43 obras originais do artista, incluindo 14 guaches expostos pela primeira vez, num museu temporário criado exclusivamente para celebrar o centenário de Nadir Afonso.

A exposição seguiu o percurso da obra pioneira de pintura e arquitetura de Nadir Afonso, apresentando pinturas e guaches das várias fases do artista ao longo da sua vida, divididas por ordem cronológica, como é o caso de “Composição Geométrica” (1947), “Serpente” (1953-2004), “Catedrais” (1960), “Rossio” (1968), “Damasco” (1996), “Doges” (2006) e “A Cidade Incerta” (2010).

Houve, também, um espaço exclusivamente dedicado aos esboços de arquitetura do artista, assim como a maqueta do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, em Chaves, projetado pelo arquiteto Álvaro Siza Vieira.

 

A exposição “100 Anos Nadir Afonso” contou, ainda, com uma experiência multimédia mostrando o movimento da sua arte e transportando os visitantes numa viagem única. Numa experiência artística verdadeiramente imersiva e interativa, cinco obras do artista foram interpretadas e animadas em 3D, recorrendo a tecnologias de videomapping num jogo de luz em consonância com a música e ambiente.

 

O museu temporário foi projetado pelo Diogo Aguiar Studio e foi a maior estrutura expositiva jamais criada na praça central no âmbito da iniciativa “A Arte Chegou ao Colombo”. Inspirado na série “Cidades” de Nadir Afonso, o projeto foi formalizado como uma cidade geométrica e abstrata, construída por cubos de grandes dimensões, que se relacionam com as enormes obras artísticas. Se, durante o dia, a intensidade solar deu corpo e volume à cidade, iluminando ruas e praças; à noite, os edifícios acenderam as suas luzes desde o interior (volumes retroiluminados), proporcionando uma experiência espacial totalmente distinta num mesmo espaço museológico.

Fotografias © Ivo Tavares Studio

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“HALF PYRAMID” DE CYRIL LANCELIN
18/11/21

“HALF PYRAMID” DE CYRIL LANCELIN

“HALF PYRAMID” DE CYRIL LANCELIN

 

As esculturas “Blue Pyramid” e “Silver Pyramid”, criadas pelo artista Cyril Lancelin para o Freeport Lisboa Fashion Outlet, fazem parte da série de obras “Half Pyramid” e são compostas por centenas de esferas espelhadas, constituindo a primeira instalação de arte do artista francês em Portugal.

Com curadoria da State of the Art, Cyril Lancelin desenvolveu esta instalação site specific para o Freeport Lisboa Fashion Outlet, onde a pirâmide azul e a pirâmide prateada convidam o público para uma experiência imersiva baseada em reflexos e ilusões.

Entre a poesia e a geometria, as esferas parecem escapar do solo, elevando-se como a água de uma fonte para o céu ensolarado da região. É um géiser metálico no qual o visitante poderá perder-se, tanto nos reflexos do céu, como também na sua própria imagem.

Estas obras de arte levam-nos para um espetro de luz. A cor das esculturas varia ao longo do dia, assumindo, à noite o tom das noites lisboetas.

A escultura é baseada em duas formas geométricas primitivas, a esfera e a pirâmide, reunindo duas formas com ângulos completamente diferentes. As esferas são a matéria-prima, que é refletida e envolvente.

A pirâmide organiza a peça, incluindo a progressão desde a parte exterior até ao centro. Uma escultura que também se baseia no conceito de “meio”, dado ser uma imersão num só volume, feito de metades, sólidos e vazios.

É também uma instalação, onde o público se torna ator e faz parte da obra. Pelos seus reflexos, a ilusão invade a obra de arte, a imagem de cada visitante encontra-se em dezenas de esferas.

Quando o visitante entra na obra, o seu corpo desaparece na escultura, como quem mergulha no oceano.

O artista explora o layout de formas simples em instalações imersivas, remetendo-nos a um habitat imaginário composto por formas geométricas comuns, mas montadas de forma a fazer-nos perder a orientação. A obra é um apelo à exploração num espaço de ensaios e encantamentos.

”Half Pyramid” convida-nos numa viagem de emoções e de renascimento.

half pyramid

Fotografias © Legacy Landmarks

 

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“MEMÓRIAS DO MAR” DE CRISTINA RODRIGUES
18/11/21

“MEMÓRIAS DO MAR” DE CRISTINA RODRIGUES

“MEMÓRIAS DO MAR” DE CRISTINA RODRIGUES

 

“Memórias do Mar” é uma obra de arte contemporânea da artista plástica Cristina Rodrigues com a curadoria e produção executiva da State of the Art.

Este conjunto de instalações de arte foi criado especificamente para o Vila do Conde Porto Fashion Outlet, com o objetivo de proporcionar aos visitantes uma experiência diferenciadora e homenagear o concelho e as suas atividades marítimas.

A obra de arte contemporânea encontra-se em exposição permanente desde 22 de abril de 2021.

A obra de arte contemporânea “Memórias do Mar” reúne três instalações: “Estaleiro”, “Sob o Mar” e “Medusas”, totalizando 43 esculturas de inspiração em elementos de cultura popular como o Mar, os Estaleiros Navais e a Pesca. Vila do Conde, um concelho que cresceu voltado para o mar e para as atividades marítimas, foi um dos mais importantes estaleiros navais portugueses.

Esta relação local com o mar é comum à extensa zona costeira de Portugal e contribui para que o mar seja uma recorrente presença no imaginário dos portugueses.

 

 

Nas obras, as luzes LED simbolizam a bioluminescência de alguns dos seres vivos marinhos, as medusas e os peixes representam os seres extraordinários que habitam o mar e os barcos figuram a Humanidade à descoberta do infindável universo de uma das suas musas milenares – o mar.

As três instalações de arte contemporânea intituladas “Estaleiro”, “Sob o Mar” e “Medusas” espelham, não apenas, uma visão poética da forte relação que mantemos com o mar, mas também o respeito que Cristina Rodrigues tem pela vida e integridade dos elementos marinhos.

 

 

Uma das imagens mais reconhecidas de Cristina Rodrigues é a utilização de fitas de cetim na produção das suas pinturas, esculturas e instalações têxteis.

As fitas de cetim utilizadas pela artista são 100% poliéster, produzidas inteiramente a partir de fibras recicladas.

No total, as três instalações de arte são constituídas por mais de 100 000 metros de fitas de cetim, produzidas inteiramente a partir de fibras recicladas, 500 metros de fitas LED e têm aproximadamente 676 000 pontos criados.

Fotografias © Gui Morelli

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PRÉMIO A ARTE CHEGOU AO COLOMBO
18/11/21

PRÉMIO A ARTE CHEGOU AO COLOMBO

arte

PRÉMIO A ARTE CHEGOU AO COLOMBO

 

Em 2020, o programa “A Arte Chegou ao Colombo” comemorou os seus 10 anos de existência e, a pensar no futuro, foi lançado o “Prémio A Arte Chegou ao Colombo”, para apoio a artistas em início de carreira.

Devido à pandemia Covid-19 que o mundo atravessa, pretendeu-se dar início a um novo ciclo, através da criação de um projeto de apoio ao setor artístico em Portugal, mediante a criação de um Prémio de Arte, dando assim um novo impulso à criação de arte contemporânea e um sinal positivo à sociedade numa fase de grande incerteza económica.

O “Prémio A Arte Chegou ao Colombo” é um prémio de aquisição, promovido pelo Centro Colombo e co-organizado pela State of the Art. O desafio principal da edição de 2020 foi incentivar os artistas participantes a criar uma obra de arte sob a temática “O impacto da pandemia Covid-19”.

exposição de arte
arte premiada

Naquela que foi a 1ª edição do “Prémio A Arte Chegou ao Colombo”, foram rececionadas 315 candidaturas. Após a aprovação da candidatura e posterior avaliação técnica, realizada pelos organizadores, o Júri, composto por representantes da Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva, da Fundação D. Luís I, do Museu Coleção Berardo, do Museu Nacional de Arte Antiga, do Museu Nacional de Arte Contemporânea e, ainda, por um representante da Sonae Sierra, selecionou 10 trabalhos, tendo, posteriormente, sido realizada uma Exposição de Finalistas no Museu Coleção Berardo.

O vencedor desta primeira edição foi o Atelier Contencioso, com a instalação de arte ‘Sopro’, tendo recebido um prémio monetário de €20.000.

produção cultural

Fotografia © Rita Carmo / Museu Coleção Berardo

 

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MUNDUS IMAGINALIS BY ERROR-43 (2020)
17/09/20

MUNDUS IMAGINALIS BY ERROR-43 (2020)

10 anos de “A Arte Chegou ao Colombo”

A 10ª edição de “A Arte Chegou ao Colombo” apresentou um formato inovador ajustado à realidade provocada pela pandemia e com uma nova abordagem de apoio a artistas emergentes. Neste novo contexto, a tradicional exposição no Centro Colombo deu lugar a uma programação especial dividida em dois grandes momentos, em comemoração do presente e do futuro.

Em celebração do presente e sem perder de vista as vivências do passado, “A Arte Chegou ao Colombo” exibiu a instalação de arte aérea “Mundus Imaginalis”, dos Error-43. A pensar no futuro, foi lançado o “Prémio A Arte Chegou ao Colombo”, para apoio a artistas em início de carreira.

Fotografias © Gui Morelli

MUNDUS IMAGINALIS BY ERROR-43

“Mundus Imaginalis” foi concebido no contexto da pandemia covid-19, que obrigou toda a humanidade a um confinamento social sem precedentes. A peça expressiva, que apelou aos sentidos e à reflexão, assumindo-se como a celebração da vida em comunidade, sem envolver contato físico entre os visitantes.

A instalação de arte aérea “Mundus Imaginalis” apresentou-se como uma bola de espelhos que celebrou o fim do confinamento, dos momentos que vivemos no multiverso das nossas realidades, repartidas entre as nossas casas, pensamentos e sonhos, que não tivemos oportunidade de partilhar na presença física de outros humanos. A peça de arte representou o sítio onde essas realidades se juntaram de novo.

Instalação de arte aérea

A instalação de arte consistiu numa semiesfera tão leve e em constante deformação, um espetro de formas e luz, sempre em movimento, um ser flutuante, que se fez acompanhar do relaxante som que o material produzia ao mover-se. Para controlar, em parte, a fluidez do ar, estiveram instaladas ventoinhas que se ativam e desativam consoante um programa pré-definido, contando com as cores vívidas e padrões conceptuais nos ecrãs led instalados na cúpula e a particular refração produzida pelo material para gerar os mais diversos efeitos na Praça Central do Centro Colombo.

Obra interativa com visitantes

Os visitantes puderam ver a sua imagem refletida e confundida quer com o meio ambiente, quer com a imagem dos restantes visitantes, criando um efeito ilusório, como um sonho em movimento, onde foi possível celebrar, mais uma vez, a vida em comunidade.

Uma forma geométrica semiesférica invertida, com 29 metros de diâmetro, projetada a partir de 10 pétalas, em paralelismo à comemoração dos 10 anos do projeto “A Arte Chegou ao Colombo”.

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“Keith Haring. Entre a arte, o ativismo e a moda” (2019)
27/08/20

“Keith Haring. Entre a arte, o ativismo e a moda” (2019)

Keith Haring. Entre a Arte, o Ativismo e a Moda

15 anos após a 1ª exposição de Keith Haring em Portugal, a State of the Art trouxe a obra do artista e ativista americano de volta, para uma exposição individual, denominada “Keith Haring. Entre a arte, o ativismo e a moda”, que decorreu no CascaiShopping entre 10 de setembro e 10 de novembro 2019. A exposição contou com 17 obras originais da fase mais criativa de uma das mais emblemáticas figuras do cenário artístico de Nova Iorque, dos anos 80, bem como criações de estilistas, inspiradas no trabalho de Haring, e ainda uma réplica do emblemático casaco usado por Madonna na festa de anos de Haring, na Paradise Garage, a 16 de maio de 1984 onde cantou “Dress you up”.

A inauguração ficou marcada pela live body painting performance com a modelo Sharam Diniz e a ilustradora Susana de Oliveira, numa homenagem à performance que Keith Haring realizou com a supermodelo e cantora Grace Jones em Nova Iorque, em 1987. A performance foi acompanhada pelo bailarino Lukanu Mpasy, igualmente coberto em padrões inspirados na arte de Keith Haring.

No âmbito de uma parceria com a CP – Comboios de Portugal e a Infraestruturas de Portugal, a exposição saiu para a rua e levou a arte de Keith Haring para a estação de Cascais, sendo esta transformada numa galeria de arte com os símbolos icónicos de Haring, adaptados por Susana de Oliveira. Foi, ainda, realizado pelo artista Akacorleone, o revestimento de um comboio da linha de Cascais com o legado do artista americano.

Para comemorar os 30 Anos da Fundação Keith Haring em 2019, cujos principais objetivos são a luta contra o VIH e SIDA, foram desenvolvidas um conjunto de ações de sensibilização e prevenção em parceria com a ACES Cascais, a Câmara Municipal de Cascais, o CascaiShopping, o Hospital de Cascais, a ModaLisboa e a SER+ (Associação Portuguesa para a Prevenção e Desafio à Sida).

Astrid Sauer

Sendo a moda uma das temáticas desta exposição, o embaixador e porta-voz convidado pela State of the Art foi Dino Alves, um dos maiores designers de moda a nível nacional.

O projeto de arquitetura, do espaço expositivo, foi levado a cabo pelo Diogo Aguiar Studio, baseou-se num sistema expositivo que se materializava a partir dos elementos de expressão artística de Haring: a linha, a cor e o figurativo.

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“MUSEU DA LUA” (2019)
20/09/19

“MUSEU DA LUA” (2019)

Museu da Lua

A State of the Art levou o “Museum of the Moon” do artista britânico Luke Jerram para o Palácio Marquês de Pombal (Oeiras), no âmbito do Encontro Ciência 2019, juntamente com a Câmara Municipal de Oeiras e a Embaixada do Reino Unido.

O Museu da Lua, presente pela primeira vez em Portugal, consiste numa instalação de arte que representa a Lua, com 7 metros de diâmetro, construída a partir de imagens de satélite de alta resolução da NASA da superfície lunar.

A instalação é uma fusão de imagens e iluminação lunar, complementada por uma banda sonora desenvolvida pela BAFTA e pelo aclamado compositor britânico Dan Jones.

Ao longo dos dias que esteve aberto ao público, o Museu da Lua teve um programa diversificado onde aliou-se à Ciência, com a presença da FameLab e leituras científicas, como também à Música, através de concertos intimistas e um tributo à banda The Beatles.

Para o dia de abertura, a State of the Art convidou a Orquestra Clássica do Centro a apresentar “Serenatas com a Lua por perto” – um momento mágico para todos aqueles que tiveram a oportunidade de assistir.

Em digressão mundial desde 2017, o Museu da Lua já foi exibido em mais de 20 países. Numa apresentação no Reino Unido, uma menina perguntou ao artista: “Vão devolver a Lua quando a exposição terminar?”

Fotografia © Carlos Santos

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“DREAM WAVES” (2018)
13/08/19

“DREAM WAVES” (2018)

Arte Cinética de Patrick Shearn

A convite da State of the Art, o artista Patrick Shearn voltou a desafiar os sentidos e a proporcionar uma experiência inédita de arte cinética no Freeport Lisboa Fashion Outlet. A obra é inspirada na íntima e contínua ligação histórica entre Portugal e o mar. Esta foi a segunda instalação desenvolvida especialmente para ser instalada no Freeport Lisboa Fashion Outlet.

Patrick Shearn (com o projeto Poetic Kinetics) é reconhecido mundialmente pelas surpreendentes esculturas em movimento e de grandes dimensões. “Dream Waves” é a nova instalação cinética do artista e concebida para evocar os movimentos da natureza, tais como a rebentação das ondas do Oceano Atlântico.

A instalação “Dream Waves” é composta por aproximadamente 3100 metros lineares de corda, mais de 500 nós técnicos amarrados à mão, e aproximadamente 50.000 fitas de nylon ripstop. Estas formam um elegante padrão gradiente que simula a quebra e fluidez das ondas. Aproveitando o vento disponível, a obra de arte ondula numa exibição deslumbrante e imersiva dando aos espectadores a sensação de estarem debaixo d’água, olhando para a superfície cintilante do mar.

Fotografia e vídeo © Gui Morelli

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RECRIAÇÕES DE OBRAS DE ARTE EM FOTOGRAFIA (2019)
09/08/19

RECRIAÇÕES DE OBRAS DE ARTE EM FOTOGRAFIA (2019)

recriações de obras de arte

RECRIAÇÕES FOTOGRÁFICAS

Promovendo um importante diálogo com as obras de Edgar Degas do século XIX, a State of the Art desenvolveu um projeto de fotografia, para a recriação de cinco obras do artista francês Edgar Degas, com a bailarina portuguesa Carlota Rodrigues e o fotógrafo Henrique Morais.

O resultado foi exposto na Exposição “Edgar Degas. No Mundo do Ballet. Com a participação especial de Paula Rego e Helena de Medeiros”, no NorteShopping.

fotografia

Em parceria com a Escola de Dança do Conservatório Nacional, as fotografias são uma tentativa de transportar os retratos das bailarinas para o século XXI, simbolizando e homenageando o olhar particular que Degas desenvolveu nos seus desenhos, tanto nos gestos mais espontâneos, quanto nos momentos de maior rigor.

Fotografia © Henrique Morais

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EXPOSIÇÃO “EDGAR DEGAS. NO MUNDO DO BALLET” (2019)
09/08/19

EXPOSIÇÃO “EDGAR DEGAS. NO MUNDO DO BALLET” (2019)

EDGAR DEGAS. NO MUNDO DO BALLET

A State of the Art prestou homenagem ao pintor e escultor francês, Edgar Degas e ao mundo do Ballet, apresentando uma mostra baseada na obra “Degas. Danse Dessin” do escritor, poeta e pensador Paul Valéry. A embaixadora da exposição e antiga Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima defende que a “exposição permite ao visitante estabelecer uma relação intensa entre as duas áreas artísticas contemporâneas: das artes visuais e do ballet”.

A exposição “Edgar Degas. No Mundo do Ballet. Com a participação especial de Paula Rego e Helena de Medeiros” realizada no NorteShopping, contou com a presença de 26 gravuras de Edgar Degas, quatro obras de Paula Rego, cedidas pela Fundação D. Luís I / Casa das Histórias Paula Rego, bem como seis figurinos de bailado contemporâneo, cedidos pela Fondazione Teatro Alla Scala, Gauthier Dance Theaterhaus Stuttgart, Staatstheater Augsburg de Helena de Medeiros, juntamente com uma pintura original da artista.

Para o desenvolvimento da exposição, State of the Art convidou o Diogo Aguiar Studio a elaborar uma estrutura expositiva dinâmica e fluída com diferentes ritmos de densidade e textura, remetendo para o universo dos bailados.

Fotografia e vídeo © Co.lab NorteShopping

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